Quando era lavadora de elefantes

11,54

(Precios sin impuestos)
ISBN: 9788417142100

É difícil limitar “Quando era lavadora de elefantes” a um só gênero. Poderiam ser relatos de viagens: nesse livro, visitamos Peru, Bolívia, Brasil e outros Brasis, paisagens incríveis, atmosferas incontáveis, viagens de ônibus, de barco, de caminhão, de piroga. 1 Trata ainda da vida e da morte, da dor da perda de um ser querido, da ausência e do desespero de quem fica. O livro é uma ode à vida devido a suas características de encontros, solidariedade e riqueza das personagens encontradas, todas existem ou existiram. Apresentá-las nesse livro é uma forma de homenagem ou de perdão. A autora as convocou em contextos e cenários diferentes mantendo o sigilo e o respeito à privacidade. Véronique Durand conviveu com povos indígenas, os Sateré-maués – a umas dezoito horas da cidade de Maués, no Amazonas – e os Potiguaras em Baia da Traição. Aprendeu a viver na natureza, a tomar guaraná na cuia, observar, escutar, assistiu impotente à perda de terras dos povos indígenas. Além dessas situações, que são todas reais, a autora fez uma viagem iniciática. A sua busca espiritual a levou a iniciações que não pertencem ao mundo material, encontrou a sua Deusa interior, que a guia nos momentos de dúvida.

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